Zuma Dubai – Uma experiência gastronômica inesquecível!

GASTRONOMIA
Outubro 24.2017

 

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Definitivamente o Zuma Dubai foi uma das experiências gastronômicas mais incríveis da minha vida!

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O lugar é um espetáculo a parte. Arquitetura moderna e arrojada e espaços muito bem divididos para oferecer ao cliente a melhor experiência durante a sua estadia no restô.

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Você pode optar por ficar no bar, nas mesas do restaurante ou ainda no espaço que eles chamam de lounge.

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O lounge é de longe o melhor lugar ara ficar no Zuma Dubai! Música alta, sofás confortáveis, gente bonita, atendimento impecável! A vontade é de nunca sair de lá!

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A nossa reserva foi num desses espaços do lounge e a minha experiência não poderia ter sido melhor!

Aviso aos fumantes! Em quase todos os espaços internos é possível fumar! A lei contra o fumo ainda não chegou no Oriente Médio! E eles fumam muito!rsrs…

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A culinária é fusion! Simplesmente uma das melhores da vida! Provamos de tudo. E tudo estava absurdamente maravilhoso!

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O que você não pode deixar de provar é o Wagu Beef Tataki com trufas pretas! De comer rezando!

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Minha dica é, se você olhar o menu e não souber o que pedir, não se preocupe. Peça indicação ao seu garçom e eu lhe garanto que ele vai lhe recomendar apenas o melhor!

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Existem doze Zumas espalhados pelo mundo! Mas dizem que o de Dubai é o melhor do mundo! Eu nunca estive nos outros, mas eu concordo com isso!

Então se você quiser ter uma noite divertida em Dubai, o Zuma é o lugar! Que segundo os conhecedores também é o melhor e mais divertido Zuma do mundo.

Ah e não esqueça de reservar sua mesa com antecedência, porque o lugar é o mais concorrido de Dubai!

Espero que aproveitem a dica!

Beijin

Zuma Dubai – gate village 06, DIFC
po box 506620
dubai, united arab emirates

t +971 4 425 5660
f +971 4 425 5658

reservations@zumarestaurant.ae

FOTOS: ACERVO STYLE GUIDE

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La Petit Maison – o melhor da culinária francesa pelo mundo!

GASTRONOMIA
Outubro 23.2017

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A La Petit Maison foi originalmente criada em Nice (França) e hoje possui sedes em Londres, Dubai, Istambul e Miami.

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O ambiente do restaurante em Dubai é clean, mas muito acolhedor!

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La Petit Maison é conhecida por oferecer produtos frescos e naturais da culinária francesa.

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A graça da decoração do restaurante está nos detalhes. As flores, frutas e verduras usadas na decôr são todas frescas e naturais.

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Olha que fofo o menu que relembra uma pintura a mão!

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Os tomates e limões sicilianos fazem parte da decôr, mas são também para serem degustados por seus clientes.

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No bar, frutas frescas da estação são expostas no intuito de ofertar sucos e drinks possíveis de serem feitos no dia.

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Eu me arrisquei na famosa limonada negra que contem carvão. Segundo eles um suco detox forte! Eu achei super saboroso! Peçam!

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Duas entradas vocês não podem deixar de pedir: a maravilhosa burrata, que derrete na boca! E o clássico francês Escargot! Huum!

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Pedimos os pratos do dia, na verdade os frutos do mar frescos do dia. Fomos de Lagostin e peixe fresco (desculpem-me, não lembro qua foi o peixe do dia)

Mas estava tudo de comer rezando!

Aliás não lembro de nada ruim nesse restô! Do serviço aos pedidos, tudo impecável!

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E tinha que ter sobremesa né gente?! E tinha que ser outro clássico francês: Créme Brulée

Aí já quero voltar!

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Não deixem de visitar o La Petit Maison onde quer que haja um onde você estiver!

Vale cada centavo!

Beijin

FOTOS: ACERVO STYLE GUIDE

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Frescobaldi – um dos vinhedos mais incríveis da Toscana!!!

GASTRONOMIA
Setembro 07.2017

Gabi

Se voce é fã de vinhos e de lugares paradisíacos então você precisa conhecer o Vinhedo de Frescobaldi na Toscana.

O lugar fica a mais ou menos 30 minutos de Florença – Italia e garanto a vocês é um dos destinos mais fascinante na Toscana. De todos os vinhedos que estive é um dos mais agradáveis e maravilhosos.

O local em si é de tirar o fôlego! Rodeado de verde e com uma história de 700 anos de tradição. Muitos dos seus vinhos são premiados e vendidos por todo o mundo!

Repara no reparo que é esse lugar nas fotos abaixo…

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Para visitar o vinhedo é preciso agendar! Entra no site deles (aqui) e se informa melhor!

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Olha que linda a plantação de lavanda nos canteiros do vinhedo! Vocês não podem imaginar o perfume!

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No Vinhedo eles tem um restaurante delicioso e disputadíssimo que abre para o almoço e jantar. Você precisa reservar com antecedência porque o lugar vive cheio! Entra nesse link do Frescobaldi (aqui) e faz a sua reserva!

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No almoço você usufrui da vista do vinhedo no Restaurante do Frescobaldi!

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Olha que legal o bar do restô!

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Eles vendem todos os seus vinhos no restaurante. E o melhor, eles tem ótimo preço! Vale muito a pena levar muitos deles!

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Esse vinho abaixo foi uma das minhas escolhas! Um branco suave e maravilhoso!

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Olha que fofa a mesa com uma muda de alecrim como ornamento! Em cada mesa eles tem uma especiaria diferente como manjericão, orégano, etc. Adorei a ideia!

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Nao é fofo esse lugar?!

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Olhem os rótulos premiados da casa! Super TOP!

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Eles nao produzem apenas vinhos, mas fabricam azeite doce, vinagre balsâmico, geléias e mel e ainda vendem salames produzidos na região!

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Olha abaixo processo de armazenamento do vinho vendido no restô do Frescobaldi.

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Abaixo as caixas de vinhos preparadas para serem compradas! As caixas tem um valor melhor que se comprar o vinho individualmente!

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Aqui abaixo os latões de azeite extra virgem! Eu provei e posso afirmar que valem super a pena! Eles vendem em latas menores também!

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Abaixo os outros produtos produzidos e vendidos no Frescobaldi: vinagre balsâmico, geléias e mel.

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E o delicioso salumi servido no restô!

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E se não conseguir uma mesa no almoço ou jantar, não fique triste! O Wine Bar no Vinhedo funciona das 12hrs as 00:00 todo dia (de maio a novembro) e não precisa fazer reserva. Eles disponibilizam mesas externas para que você possa apreciar a vista tomando um bom vinho! E a partir das 17hrs disponibilizam um menu delicioso de aperitivos para você desfrutar junto com seu vinho!

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Um brinde a esse lugar imperdível!!

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Ristorante & Wine Bar dei Frescobaldi

https://www.frescobaldi.com

Via dei Magazzini, 2-4 R 50122 Firenze

Tel: +39 055 284724

ristorantefirenze@frescobaldi.it

Segunda – Domingo: Almoço: 12.00 – 15.30 | Jantar: 19.00 – 23.30

WINE BAR Frescobaldino abre nos meses de maio a novembro – no stop das 12.00 as 24.00.

Vale muito a pena programar essa visita!

Beijin

FOTOS: Acervo Style Guide

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Il Locale – o restô exótico e ousado de Florença

GASTRONOMIA
Agosto 31.2017

 

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De todas os lugares que estive, e já estive em muitos e em muitos países e cidades, o restaurante “Il Locale” em Florença – Italia foi um dos mais incríveis em todos os aspectos que já estive!

E vocês devem estar me perguntando o porquê. Pra começar você simplesmente não espera encontrar um lugar exótico e inovador assim no meio de uma cidade rústica na Toscana.

E foi exatamente o que eu encontrei. Um restaurante único e singular no meio da cidade que chamo de minha segunda casa!

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Logo na chegada nos deparamos com um bar que parece mais um laboratório químico! A verdadeira quimestria dos drinks que são tão inusitados e excepcionais como o lugar!

Você nunca imaginaria que na ruazinha que se encontra o restô possa existir um lugar tão fascinante! Mas é isso meus amigos, a portinha simples da entrada é na verdade uma porta mágica para o paradiso perduto!

 

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Logo na entrada além do bar, nos avistamos um teto retrátil que nos permite aproveitar tanto dos dias de sol, como dos dias estrelados. Um dia de lua cheia desse ser fenomenal! Contudo não deve abrir muito no inverno!

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E nas laterais paredes revestidas de plantas que dão o toque exótico ao lugar!

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Logo na entrada uma extensa mesa para ser compartilhada por aqueles que estão alí apenas para tomar um drink.

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O menu é muito encantador! Parece que vai contar uma fábula da Família de Medici!

Era uma vez na Corte dos Medici…

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…Um restaurante tão envolvente como a própria história de Firenze!!!

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Quem me levou para esse restô foi minha grande amiga e anfitriã em Firenze, Lubna Al Zawawi!

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Começamos provando um drink cítrico! Olha que graça como vêm servido o drink acompanhado de mini quitutes!

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Antes do jantar um excepcional caviar de Beluga!

O jantar estava tão maravilhoso que até esqueci de fotografar! Sorry people!

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Mas os drinks eu não esqueci de fotografar! Esse de cima é a versão da casa do Moscow Mule!

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Olha a geral do restô no andar de cima! Decoração contemporânea com toques rústicos! Just amazing!

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E no andar debaixo esconde espaços que lembram os tempos das tavernas, pra lá de rústico!

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A ideia era remeter ao tempos medievais, na era dos Medici!

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Olha os candelabros de chão que incríveis!

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Mesmo no verão achei o lugar bem fresco! Posso imaginar que no inverno seja congelante…

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Amei o detalhe dos lustres e candelabros! Eles nos disseram que esses espaços abaixo são mais voltados para grupos que querem ter privacidade em seus festejos.

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Um brinde a esse Local surreal!!!

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Vale muito a pena toda a experiência no Il Locale! Não esqueçam de reservar antes!

Beijin

Il Locale

Via delle Seggiole, 12 – 50122, Firenze

+39 055 067188

Fotos: Acervo Style Guide

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The Bank – Conheça um dos melhores restôs de Muscat – Omã

GASTRONOMIA
Maio 27.2017

 

IMG_6748Foto: Acervo Style Guide

 

Um dos lugares mais legais e divertidos para ir em Muscat é definitivamente o The Bank!

 

IMG_6728Bar The Bank – Foto: Acervo Style Guide

 

O restaurante, bar e lounge oferece excelente fusion/contemporânea cuisine num dos ambientes mais agradavéis em Muscat!

 

IMG_6733Bar The Bank – Foto: Acervo Style Guide

 

A decôr é moderna e arrojada e oferece um ambiente super confortavél para seus clientes passarem boas horas confraternizando com amigos.

 

IMG_6730Bar The Bank – Foto: Acervo Style Guide

 

Os drinks são os melhores da cidade e a carta é extensa!

 

IMG_6732Visão geral interna The Bank – Foto: Acervo Style Guide

 

O risoto de funghi foi uma dos melhores que já provei na vida!

 

IMG_6723Risoto ao Funghi  – Foto: Acervo Style Guide

 

As entradas também são out of this world! Destaque para os japaleños recheados e o brie ao forno com géleia!

 

IMG_6718Entrada de brie com geleia  – Foto: Acervo Style Guide

 

E se você quer comer uma boa carne ou burger, The Bank é o lugar para ir!

Para mim a melhor carne da cidade! Os fornecedores são escolhidos a mão e eles tem os melhores cortes!

 

carneCorte de carne no The Bank – Foto: reprodução instagram The Bank

 

The Bank tem uma localização privilegiada, num morro com a vista privilegiada da cidade!

 

IMG_6861A belissíma vista da varanda do The Bank – Foto: Acervo Style Guide

 

O restaurante todo é uma delicia, mas meu lugar favorito para confraternizar com os amigos é a varanda! #ficaadica

 

IMG_6736Um brinde ao The Bank – Foto: Acervo Style Guide

 

Com certeza uma das melhores pedidas para seu almoço ou jantar em Muscat – Omã!

Um brinde a esse lugar incrivél!!!

 

IMG_6848Foto clássica do backdrop do evento de Páscoa no The Bank – Foto: Acervo Style Guide

 

Ah e o The Bank ainda promove eventos super interessantes! Eu estive num deles, a Feira da Pascóa.

 

IMG_6814Eu e meus sobrinhos no evento de Páscoa no The Bank – Foto: Acervo Style Guide 

 

A área do The Bank tem estrutura para grandes eventos e no seu jardim foi montada uma feira cheia cheia de barraquinhas, oferecendo todo tipo de alimentação e brinquedos para o entretenimento das crianças e da família!

 

FullSizeRenderVisão da Feira no evento de Páscoa no The Bank – Foto: Acervo Style Guide

 

O evento de Páscoa no The Bank foi uma verdadeira farra!!

Vale muito a pena conhecer esse lugar em Muscat – Omã. Então se planejar visitar Muscat não esqueça de reservar uma mesa no The Bank!

The Bank (http://thebank.co/) – @thebankoman

Tel: +968 2469 3699
RESERVATIONS@THEBANK.CO

MUMTAZ MAHAL BUILDING, QURUM

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Descobrindo os temperos e sabores árabes

GASTRONOMIA
Maio 08.2017

UNADJUSTEDNONRAW_thumb_3cb9Temperos árabes – Foto: Acervo Style Guide

O vocabulário da culinária árabe chegou ao Brasil com os imigrantes sírios e libaneses, no final do século 19. Mascates e agricultores, que se fixaram aqui em meio à ascensão do café, introduziram entre nós quibes, esfihas e coalhadas, além de temperos de perfume exótico. Alguns deles, como a pimenta síria e o zaatar, são, na verdade, compostos de especiarias que variam de receita conforme a casa. Parte dos ingredientes que lhes servem de base foi trazida de longe pelos árabes, tradicionais comerciantes de especiarias. Como a pimenta-da-jamaica, que vem das Antilhas e América Central, e o almíscar, originário da China. O sumagre foi descoberto pelos povos mediterrâneos e levado por mercadores turcos a Veneza, de onde espalhou-se pela Europa.

Veja quais são os temperos que dão graça à cozinha árabe:

Melaço de romã: No Líbano, substitui o açúcar no preparo de doces. Mas também tempera a salada fatouch, que leva pão sírio, tomate, pepino e hortelã, ou legumes cozidos, como abobrinha e berinjela. Recomenda-se utilizá-lo em lugar do vinagre.

Pimenta síria: Também chamada de bahar, é uma mistura de pimenta-do-reino, pimenta-da-jamaica, canela, noz-moscada e cravo. Tudo é torrado e moído junto e transforma-se num pó perfumado, de sabor pungente. Na culinária árabe, é utilizada no preparo de quibe assado e esfihas. Adotada por outras cozinhas, tempera patês, terrines, embutidos, biscoitos e bolos de especiarias.

Tahine: Pasta feita com gergelim descascado, torrado e triturado. O óleo da semente garante sua textura sedosa. É usado no preparo do homus, do babaganuj e de sobremesas como o halawe.

Zaatar: Ligeiramente ácida e muito aromática, essa mistura leva gergelim e sumagre, além do tomilho selvagem que lhe dá nome. O zaatar vai bem em esfihas e pães.

Sumagre: Moído, o frutinho vermelho de uma planta arbustiva ornamental (Rhus coriaria), comum no Oriente Médio, entra em marinadas, no tempero de saladas (fatouch), no kebab (espetinho de carne) e no pilaf (arroz com especiarias).

Almíscar: Secretado pelas glândulas odoríferas do cervo almiscareiro, era precioso na Antiguidade. Hoje, é obtido de plantas com aroma semelhante. É obrigatório no malabie (pudim de leite e água de flor de laranjeira).

Mahlab: Grão encontrado no interior da semente da cereja-brava, é usado socado no preparo de doces.

temperosTemperos árabes – Foto: Acervo Style Guide

Saiba um pouco sobre os temperos básicos usados nos pratos tipicos árabes. A lista de ingredientes usados na cozinha árabe é bastante longa, por isso somente os principais foram relacionados.

Sobre a grafia dos nomes, adotei o critério de expressá-los da maneira como são mais conhecidas, seja nas receitas ou nos empórios. Foi usado primeiro o seu nome em português e em seguida a sua grafia em árabe. Alguns são conhecidos somente pelo seu nome árabe.

Todos os produtos aqui relacionados são encontrados em casas especializadas ou em empórios árabes.

Uma última recomendação: os árabes usam os temperos com bastante moderação. Ele serve para perfumar ou condimentar o prato sem fazer desaparecer o que para eles é o principal, o sabor dos alimentos.

Água de rosas e água de flor de laranjeiras – mai ward e mai zahr

São duas essências tipicamente orientais e devem ser usadas somente para perfumar os pratos. Usadas normalmente em caldas e doces, podem ser também adicionadas em alguns pratos salgados, como tripa cheia, carneiro recheado e outros pratos recheados que levam manteiga. A água de rosas é também utilizada como toner para o rosto e para limpar as mãos após as refeições.

Anis – yansun

No Brasil o anis é muitas vezes confundido com a erva-doce, que é uma erva diferente. O anis é usado na fabricação do arak, um destilado de uvas de alto teor alcoólico. Na culinária é usado somente na elaboração de alguns doces e em pastelaria.

Amêndoas e nozes – lauz e jauz

As amêndoas e nozes sempre fizeram parte da tradição culinária do Oriente Médio seja em pratos salgados ou doces. Poucos são os recheios de doces que não levam algum tipo de amêndoa e nos pratos salgados são usados quando se quer dar um toque mais saboroso e refinado aos pratos .

Canela – kirfy

Das centenas de variedades de canela conhecidas somente duas são usadas, a canela do Ceilão ou canela verdadeira, com aroma e sabor delicados, e a canela da China, mais forte e picante. Ambas porém tem o mesmo uso. Os árabes as usam indistintamente em pratos doces e salgados. Deve ser usada com moderação para que o seu aroma não se sobreponha ao dos outros ingredientes.

Cardamomo – habt el hein

Semente pouco conhecida na culinária brasileira, é importantíssima na cozinha oriental, devido ao seu delicado aroma, principalmente na Índia, de onde é originária. Entre os árabes o maior consumidor é a Arábia Saudita, onde é usada no tempero de diversos pratos salgados. No Líbano é famoso o café árabe aromatizado com cardamomo.

Cominho – kummun

Originária do Egito e Etiópia é uma erva de sementes aromáticas que lembra o da pimenta misturada com anis. Muito usado na África e Europa no tempero de peixes, feijão, grão-de-bico, carnes e molhos, é pouco usado na culinária libanesa.

Uma segunda qualidade de cominho, chamado de cominho-armênio, cominho-romano, cominho-dos-prados ou alcarávia, tem além das sementes, as folhas e as raízes comestíveis, sendo esta última uma delicadeza gastronômica.

Cravo-da-índia – kabsh kurnful

Uma das mais antigas especiarias da culinária árabe, é bastante usado em doces. Nos pratos salgados é comum usá-lo moído junto com a canela.

Erva-doce (funcho) – chãmró

Da mesma família que o anis, tem o mesmo uso que este, porém não é usado no arak.

Fava-full

Originária da bacia do Mediterrâneo, o seu uso na culinária oriental remonta à pré-história. E é essencial em pratos de origem remota à pré-história. E é essencial em pratos de origem egípcia como full-mdamass ou falafel.

A fava, também chamada fava italiana, fava comum ou feijão-fava não deve ser confundida com a fava cultivada no nordeste, conhecida como fava-belém ou feijão-de-lima.

É uma leguminosa de inverno e pode ser consumida verde ou seca.

A fava verde, ainda pouco cultivada no Brasil, pode ser encontrada de agosto a novembro. É a grande paixão dos árabes.

Gergelim – samsum

Importantíssimo na culinária oriental, principalmente na Índia, onde é considerado quase sagrado. Tem numerosos usos na culinária árabe, além do uso em biscoitos, pães e doces. Depois de torrado e moído, é transformado em pasta (tahine) que entra na preparação de inúmeros pratos.

Hortelã – naaná

Originária da bacia do Mediterrâneo e Ásia ocidental, é citada na mitologia grega e tem uso antiqüíssimo na culinária. É indispensável no tabule e inúmeros outros pratos. Usá-la ou não misturada à massa do quibe é uma das grandes polêmicas da gastronomia árabe. Uns dizem que misturada ao quibe, este perde o seu sabor autêntico. Outros, ao contrário, dizem que seu sabor fica mais rico. De qualquer maneira, a palavra final é sempre do cozinheiro.

Malva-rosa ou malva-cheirosa – aatar

Usada da mesma maneira que a água de rosas: em pratos salgados recheados, caldas e doces.

Manteiga derretida – samneh

Esta é uma maneira antiga de conservação da manteiga. Além disso é mais saborosa que a manteiga comum. Para prepará-la use manteiga com ou sem sal. Coloque-a em uma panela e leve ao fogo até levantar fervura. Deixe ferver até a espuma desaparecer e a manteiga se tornar transparente. Desligue, espere esfriar um pouco e coe-a com um pano. Guarde-a em vidros fechados fora da geladeira. Pode ser guardada durante muitos meses sem se tornar rançosa.

Mahleb

Pequena semente, parecida com um grão de trigo, encontrada somente em empórios árabes. Deve ser triturada e transformada em pó; é usada somente para aromatizar as massas, como caak, pães, esfihas etc. Seu poder aromatizante é muito forte por isso deve ser usada com extrema moderação: 8 ou 10 grãos para 1 kg de farinha.

Marcuch ou mardacuch

Erva com folhas pequenas muito semelhante à manjerona. Seu uso é semelhante à malva.

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Pequeno feijão usado somente para fazer sopa.

Miski

É uma resina vegetal geralmente usada em doces. É encontrada na forma de pequenas pedras transparentes. Mascar miski é um costume árabe antigo.

Molho de romã – homed remãn

Este condimento é na verdade um tempero preparado com o caldo da romã. Bastante saboroso e muito valorizado na preparação de inúmeros pratos, pode ser usado como substituto do limão. Bastante apreciado misturado com alho e azeite e consumido com pão.

Pimenta Síria – bahar halu

A especiaria mais usada na cozinha libanesa. O que chamamos de pimenta Síria é na realidade a pimenta-da-jamaica moída. Ela tem o aroma de 4 especiarias misturadas: canela, noz-moscada, cravo-da-índia e pimenta-do-reino (por isso, é conhecida na França como “quatre épices”).

A pimenta-da-jamaica pode ainda ser combinada com canela e noz-moscada para torná-la mais rica e perfumada.

Pistache – Fastu a halab

Semente originária de regiões desérticas, é mais conhecida como aperitivo. Porém, pode participar da culinária, substituindo a amêndoa quando se quer dar um toque mais sofisticado aos pratos.

Salsinha – ba’dounis

Junto com a hortelã, é a erva mais usada na cozinha árabe. É imprescindível no tabule, no molho taratur, recheios, etc.

Samé

É a semente triturada da flor do sumagreiro, planta originária da Pérsia. Pode ser usada como substituto do limão, porém seu uso mais comum é no tempero do zaatar.

Snobar

Este é o ingrediente mais sofisticado da culinária árabe. Seja pelo seu preço seja pelo seu sabor inigualável, esta semente, originária de uma espécie de pinheiro, comum nas montanhas do Líbano, é usada em recheios, molhos, etc.

Trigo – burghul

O trigo quando para uso na culinária árabe, tem uma preparação requintada.

Após a colheita, é cozido e seco novamente.

As receitas especificam qual o tipo a ser usado. É encontrado no comércio sob três formas:

Trigo inteiro: usado em sopas ( por ser um cereal de difícil cozimento, antes de usá-lo, deixe-o sempre de molho na véspera).

Trigo grosso: usado como substituto do arroz

Trigo fino: usado para o quibe, tabule etc.

Zaatar

Originária da bacia do Mediterrâneo, esta erva é conhecida principalmente como tempero do arich. No entanto o seu uso é mais amplo, principalmente o zaatar fresco, que é perfeitamente cultivável no Brasil.

Zauba

Esta erva saborosa, também originária da bacia do Mediterrâneo, é normalmente consumida em saladas e tem o mesmo uso que o zaatar. O zauba, que é o orégano, não deve ser confundido com a manjerona que é uma erva distinta, e usada somente para molhos.

Fontes:

http://www.jaber.com.br/conheca-a-lista-de-temperos-arabes/

http://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/Reportagens/Comida/noticia/2016/10/mil-e-um-temperos-saiba-mais-sobre-os-condimentos-arabes.html

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Onde comer e o que fazer de legal em Salvador durante o Carnaval?!

Life Style
Fevereiro 22.2017

 

Muita gente vem pra Salvador durante o Carnaval e fica sem saber o que pode fazer durante o dia, onde comer e onde encontrar a gataria!

Fiz um guia super legal para deixar seus dias mais deliciosos durante o Carnaval de Salvador!

ONDE COMER…

Salvador vai muito além da comida baiana e tem uma gastronomia variada, para todos os gostos! Fiz um mini guia para você desfrutar seus dias com mais sabor!

Comida Baiana

A culinária baiana é praticamente toda herança afro-brasileira com alguns itens portugueses. Se caracteriza por pratos com frutos do mar, muito dendê, leite de coco, amendoim, castanhas e pimentas.

A gente adora o Restaurante Bargaço! Local agradável, com jardim aberto e refeitórios cobertos. Excelente comida baiana e sempre dá muita gente bonita! Um dos favoritos dos nativos de Salvador para comida baiana! A gente sugere a lagosta grelhada na manteiga com batatas ou qualquer um dos ensopados e moquecas.

Bargaço

Restaurante Bargaço – Foto: Pepe Fiorintino

 

Restaurante Paraíso Tropical do chef Beto Pimentel, é um dos mais famosos da cidade! Ele mantém um pomar no quintal do restaurante e é conhecido por incrementar seus pratos com frutas e iguarias frescas do seu próprio pomar e da região! Os drinks também são fabulosos! Muito diferenciado! Vale a pena conhecer!

Restaurante Paraíso Tropical, funciona há anos em uma casa rústica na segunda travessa à esquerda do Resgate, no bairro do Cabula.

Prato do Chef Beto Pimentel – Foto: Duda Lima

 

O Restaurante Yemanjá é um dos mais antigos e tradicionais restaurantes de comida baiana em Salvador. Comida e preço bom! Apesar de ser um clássico da cidade, o lugar é bem turístico!

O restaurante Casa de Teresa da Chef Teresa Paim é petit, mas muito aconchegante. A casa é colorida assim como os pratos de Teresa e a comida é excelente! O restô fica no burburinho do Rio Vermelho que a gente adora!

Difícil mesmo é estacionar o carro! Sugerimos ir de táxi ou de Uber!

Chef Teresa Paim – Foto: Solange Rossini

 

Contemporâneos e Mediterrâneos…

Cozinha Contemporânea é a cozinha praticada hoje nos grande centros urbanos. Tem como principal característica a sua flexibilidade na forma de preparar e apresentar os pratos.

Pense em uma comida bonita, saborosa, cheirosa e também saudável, que alia alimentos frescos, legumes, ervas, azeites, frutos do mar e um bom vinho. Essas são as principais características da culinária mediterrânea, muito conhecida pela sua riqueza gastronômica e por ser uma das mais benéficas à saúde.

As nossas opções favoritas de restaurantes contemporâneos e mediterrâneos foram por nós classificados não apenas pela comida, mas pelo ambiente. Confiram nossa seleção abaixo:

Restaurante Amado do Chef Edinho Engel, é um dos melhores restaurantes de Salvador. Tem uma localização privilegiada na Avenida Contorno e ainda uma vista estupenda da Baía de Todos os Santos. É o tipo de restaurante para ir com calma, degustar um bom vinho e apreciar seu pedido! A gente adora o risoto de frutos do mar!

Restaurante Amado – Foto: Reprodução/ Divulgação: Site Oficial Amado

 

O Restaurante Mistura recém inaugurado da Gamboa, já entrou na nossa lista de favoritos de Salvador. Vista espetacular e comida maravilhosa! Restaurante requintado! Vale a visita, principalmente se bem acompanhado! Não deixem de comer as ostras frescas apreciando um bom vinho!

Restaurante Lafayette , é um dos maravilhosos restaurante na Marina. Aliás todos os restaurantes da Marina valem muito a pena! Na dúvida de onde comer, vá pra Marina! Além de restaurantes maravilhosos você ainda desfruta da espetacular vista da Baía de Todos os Santos! A gente AMA!

O Lafayette fica encima do mar e as árvores fazem parte da decôr do restaurante! Muito agradável, principalmente para passar uma tarde com amigos.

Restaurante Lafayette – Foto: Reprodução/ Divulgação: Site Oficial Lafayette

 

Das Restaurante, é outro restaurante que adoramos na Marina! Moderno e aprazível. O grelhado de Frutos do Mar é de comer rezando e adoramos a entrada: Trio Marina Piccola! Vale provar!

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Das Restaurante – Foto: Reprodução/ Divulgação: Site Oficial Das

 

Italianos

É uma das culinárias mais populares do mundo, com suas pizzas, massas e outros tipos de preparações. Tanto ingredientes como pratos mudam de região para região do país. Existem diversos pratos regionais importantes que também assumiram caráter nacional, enquanto diversos pratos proliferaram, em diversas variantes, por todo o mundo. Queijo e vinho são uma parte importantíssima da cozinha do país, desempenhando diferentes papeis tanto regionalmente quanto nacionalmente. O café, mais especificamente o espresso, assumiu um papel de destaque relevante na cultura gastronômica da Itália.

O restaurante Alfredo di Roma tem tradição na cidade! O restaurante é super aconchegante e a comida é maravilhosa! Infelizmente fica do meio do circuito do carnaval. O acesso deverá ser complicado nesse período!

O restaurante Pasta em Casa, tem pastas frescas, preço justo e local muito agradável. As massas são muito frescas e eles possuem uma lojinha no andar de baixo que você pode levar sua massa favorita congelada pra casa.

O restô fica numas das ruelas do Rio Vermelho. Com certeza um de nossos italianos favoritos na cidade! Ah, não deixe de provar o cheesecake de sobremesa!

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Restaurante Pasta em Casa – Foto: Reprodução/ Divulgação: Facebook Pasta em Casa

O Bella Napoli, é conhecido por ter o melhor filet a parmeggiana da cidade! O restaurante que fica no Caminho das Árvores, tem ótimo serviço e um ambiente muito clean e deleitoso! O buffet de entradas é maravilhoso! Se for, peça o clássico parmeggiana que não tem erro! Ops! eles estarão de recesso no Carnaval! Mas deixo a dica de todo jeito para aqueles que vem visitar Salvador.

Francês

Conheceu a garota dos seus sonhos no Carnaval e quer levar ela para um jantar romântico inesquecível?!

Então você precisa levá-la ao Lariquerri ou Chez Bernard!

O Larriquerri é petit e a comida é dos Deuses. Tudo elaborado com muito carinho por uma família caprichosa nos detalhes e sabores. Precisa reservar com antecedência! Maravillous!!

O Chez Bernard, fica na Gamboa e tem uma vista maravilhosa. Sabe aquele ambiente ultra romântico, tipo jantar a luz de velas?! É disso que estamos falando! A comida francesa é clássica na cidade! Adoramos!

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Chez Bernard – Foto: Reprodução/ Divulgação

 

Alta Gastronomia

A alta gastronomia é por definição uma cozinha de preparações e apresentações elaboradas, servida geralmente em pequenas e variadas porções utilizando tanto técnicas tradicionais como contemporâneas.

Quer ter uma experiência gastronômica diferenciada?! Então você não pode deixar de provar o menu degustação do Restaurante Origem. O restaurante é comandado pelos chefs, Fabricio Lemos e Lisiane Arouca. Eles só trabalham com menu degustação e prometemos que será uma experiência única. Uma sinfonia de sabores!

O restaurante mais extraordinário de Salvador, sem sombra de dúvidas!

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Prato do Restaurante Origem – Foto: Reprodução/ Divulgação: Site Oficial Origem

 

Outra opção, é ter uma experiência enogastronômica no Bistrot du Vin Adega, que tem culinária requintada e 3.600 rótulos de vinhos no seu empório, ao seu dispor. Você tem a opção de comprar seu vinho no empório e degustar com sua refeição. A gente sugere como entradas, o Ceviche Peruano (melhor da cidade) e a lula provençal; e o “Filet Rosssini” (se você for amante de fois gras fresco) como prato principal! Mas tudo lá é maravilhoso! E eles ainda trabalham com menu executivo no almoço, muito bem servido e bom preço!

 

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Bistrot du Vin Adega – Foto: Acervo Bistrot du Vin Adega

 

Japas

A cultura japonesa tem uma forte presença em solo brasileiro e a cada ano que passa se torna mais tradicional.  Talvez nos últimos tempos nada seja mais habitual no Brasil do que a culinária do Japão, quando se trata de um jantar especial, datas comemorativa. Sua comida pode ser apreciada nos mais diversos restaurantes especializados espalhados pelo Brasil, está entre as comidas estrangeiras mais apreciadas por nós brasileiros.

O restaurante Soho é o restô mais baldado da cidade. Fica na ponta da Bahia Marina e o restaurante em si é um espetáculo de arquitetura projetada para interagir com o meio ambiente marinho. Nas mesas externas é possível ver o mar não só pelas varandas, mas pelo chão de vidro transparente. A comida japonesa é inovadora e muito particular, e preciso admitir muito, mas muito apaixonante! Esse restô precisa estar na sua lista de MUST-GO de Salvador!

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Soho Restaurante – Foto: ©Romero Cruz

 

O Shiro é outro restô japonês que amamos! A comida é surreal, ambiente acolhedor e está sempre cheio de gente bonita!

 

ONDE ENCONTRAR A GATARIA…

Quer sair pra encontrar a gataria durante o dia?! A gente dá as dicas quentíssimas!

Geralmente a turma badalada passa os dias no Yatch Club da Bahia, mas o clube é privado e você precisa ser convidado por um sócio para entrar. E para entrar precisa pagar uma taxa, que nos fins de semana e feriados não são baratas! Mas vale muito a pena, principalmente porque a praia é uma delícia e as piscinas também. A comida é boa e barata. E não vamos esquecer que a turma HOT HOT vai estar lá.

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Yatch Club da Bahia – Foto: Divulgação/ Reprodução

 

Outro ponto de encontro forte é o Fogo de Chão, restaurante rodízio que a turma sempre escolhe como opção rápida e cool de matar a fome e ver gente bacana.

O Soho da Bahia Marina, como já tinha mencionado é o lugar mais badalado de Salvador, então é sempre uma opção de ver e ser visto e ainda desfrutar de um dos restôs mais deliciosos e aprazáveis da cidade!

O restaurante Amado é ponto de encontro de uma galera mais requintada. Então quer ver gente mais elegante, esse é o ponto de encontro!

Está procurando um ponto de encontro mais hype e relax, então seu lugar é o Rio Vermelho! Lá é cheio de barzinhos e restôs descolados. O burburinho do Rio Vermelho fica no acarajé da Dinha e ao redor você encontra de tudo.

Adoramos o La Taperia, bar/restô especializado em Tapas espanholas. Uma delicia de lugar e ambiente! Mas vive cheio e não faz reservas, a ideia é chegar cedo e garantir uma mesa!

DELIVERY LEGAL

Nao quer sair de casa ou do hotel, mas quer desfrutar de uma boa culinária. A gente tambem dá a dica…

O Soho faz entrega em vários pontos da cidade, até porque o Soho Marina nao é o único Soho da cidade, mas é o mais legal!

Uma opção barata e gostosa de comida oriental é o Oriente Fast. Eles entregam a partir das 11 da manhã e a comida é muito boa e tem bom preço. O yakisoba é bem servido e gostoso. O ceviche de frutos do mar é um dos melhores da cidade. Os combinados são bem servidos, destaque para o maçaricado! E se você estiver no Rio Vermelho vale uma visita ao restô, que fica próximo a igrejinha de Yemanjá e de frente pro mar! A gente adora!

Tá na vibe de pizza?! A nossa favorita, não só pela variedade de sabores, mas pela qualidade, especialmente de recheios, é a Rocca Forneria! Ela tem duas sedes na cidade, uma na Pituba e outra na Graça. O delivery começa no inicio da noite. O ambiente das duas pizzarias é muito legal! Melhor pizza da cidade, mores!

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Rocca Forneria – Foto: Reprodução/ Divulgação

 

Tá afim de italiano?! A gente amaaaa o Zafferano. Domingo sim, e domingo também tem delivery deles aqui em casa. O filet a parmeggiana é tão bom quanto o da Bella Napoli. A bruscheta de polvo é de comer rezando. E o filé ao vinho é um fenômeno! Só pra citar algumas das delicias do menu. Mas seja lá o que voce escolher, voce vai amar. Depois de uma farra, conforf food é uma pedida inteligente!

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Filet ao Vinho Tinto – Zafferano – Foto:  Foto: Reprodução/ Divulgação

 

MELHOR PÔR DO SOL

Alguns pontos da cidade oferecem o melhor pôr do sol. A gente selecionou aqueles lugares que vocês não vão se arrepender de ir!

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O Pereira Café, fica no Porto da Barra. Além de ser ponto de encontro da gataria nos fins de semana em Salvador, é um dos nossos locais favoritos para ver o pôr do sol. O cardápio passou por uma reformulação pelas mãos da renomada Chef Flavia Sampaio e está melhor do que nunca! Vale a pena ir, não só na sede do Porto da Barra, mas em qualquer dos cafés nos Shoppings pela cidade!

 

O recém inaugurado Egeu, fica na Ladeira da Barra e tem uma vista fenomenal! O restaurante lembra uma casinha grega e a culinária é mediterrânea. A comida é honesta e os drinks criativos! Tudo indica que será um ponto de encontro esse carnaval!

O Aqua Café, tem duas sedes, uma na Ladeira da Barra e outra na Bahia Marina, ambas com vistas maravilhosas! A comida vai de sushi a petiscos. Lugar perfeito para o pôr do sol com amigos!

Mas não quer ver o pôr do sol em restaurante ou bar?! Então vai pra Praia do Porto da Barra, que não tem erro! Definitivamente um dos lugares mais mágicos da cidade para sunsets!

PRAIAS

As praias mais legais ficam foram de Salvador. Vale super a pena passar um dia na Barraca do Lôro ou na Bora Bora. São barracas de praia com uma super estrutura. Os restaurantes de lá também são ótimos. Fica a mais ou menos 30km de Salvador, então o melhor mesmo é ir para passar o dia com os amigos e ou família! Sim, eles também tem estrutura para crianças! Aliás a gente garante que todo mundo curte!

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Barraca do Lôro – Foto: Reprodução/ Divulgação: Site Oficial Barraca do Lôro

 

Não quer sair de Salvador?! Então uma boa opção é a Praia do Porto da Barra! Vale ficar até o pôr do sol!

Tem um restô/ bar ultra cool que fica a beira da praia no Rio Vermelho. A gente adora ir para almoçar e passar a tarde no Blue Bar. A praia está a frente do bar, mas raramente vejo as pessoas frequentando a praia e barraca ao mesmo tempo, sabe o que quero dizer?! Não é bem um local para ir tomar sol…mas é possível!

Espero que aproveitem muito seu carnaval e desfrutem das dicas dessa nativa apaixonada por culinária e por Salvador! Aqui só passamos o Creme de lá Creme! Indicações testadas e comprovadas!

E voltem sempre não só a nossa cidade linda, mas ao nosso estado maravilhoso!

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Entrevista com o Sr. Pedro Silva Reis, presidente da Real Companhia Velha. Uma das mais antigas e importantes vinícolas do mundo

GASTRONOMIA
NOVEMBRO 29.2016

 

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Sr. Pedro Silva Reis – Foto: Gabriella Negromonte

 

Em sua visita a Bahia para um Evento no Bistrot du Vin Adega, o Sr. Pedro Silva Reis, presidente de uma das mais antigas e importantes vinícolas do mundo, nos cedeu uma entrevista EXCLUSIVA onde nos conta um pouco da história da Real Companhia Velha e ainda fala da sua relação com o Brasil e a Bahia. E acreditem sua relação com a Bahia envolve gratidão e carinho a um dos maiores empresários baianos que conheceu há 32 anos.

Fizemos a matéria com Sr. Pedro durante um almoço oferecido para ele na residência da Familia Mendonça no dia 28 de outubro, um dia após o evento no Bistrot Du Vin Adega.

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José Mendonça Gabriella Negromonte Pedro Silva Reis Vivianne Mendonça Claúdio Moreira Maria das Graças Mendonça – Foto: acervo Style Guide

Segue abaixo na íntegra essa matéria espetacular!

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Visão do Vinhedo da Real Companhia Velha – Foto: divulgação

Gaby – Sr. Pedro conte-nos um pouco da história da Vinícola da sua família…

Sr. Pedro – A história da minha família com o vinho começa em pleno século 20, meu avô trabalhava numa vinícula, mas a história da Real Companhia Velha está muito além da história da minha família. A história da Real Compahia Velha começa em 1756, numa estática de empresa mercantil fundada por Don José por iniciativa do Marquês de Pombal, o primeiro Ministro da época. Portugal atravessa um momento difícil e Pombal desenha um plano estratégico e aproveita para fazer uma modernização da economia portuguesa e promove a fundação de várias companhias mercantilistas, algumas delas no Brasil com o propósito de fomentar e promover a economia portuguesa que estava agarrada a uma economia feudal na intenção de criar uma economia burguesa. É assim que nasce a Companhia cujo capital, segundo os estatutos, pertencia aos principais labradores do Alto D’oro e os Homens Bons da cidade do Porto. Nasce com um leque muito grande de acionistas e com a proposta de criar uma demarcação da região D’Oro, que foi a primeira demarcação de vinícola do mundo! E ainda estabelecer a regulamentação do comércio e produção do vinho do Porto. Pois o Vinho do Porto já fazia sucesso, mas comercialmente era controlada pelos ingleses. Até 1834 tem uma relação forte com o estado. A Real Companhia do Porto fundou uma escola, A escola de Náutica do Porto que virou a Universidade do Porto e criou uma infraestrutura para exportar o Vinho do Porto. Foi uma empresa muito importante na história do Norte de Portugal. Em 1834 com a gestão de Don Pedro a empresa deixa de ser estatal, mas os acionistas continuam com a comercialização do vinho. Em 1950 a minha família se torna acionista da Real Companhia Velha, no século 18, o número de acionistas começa a afunilar. Em 1970 meu pai se torna maior acionista.

Gaby – Trabalhar na vinícola foi uma opção sua ou uma exigência familiar?

Sr. Pedro – Eu diria que foi uma exigência natural. Eu nasci formatado para trabalhar numa vinícola. Mas aceitei com naturalidade e com uma vocação pré-definida.

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Pedro Silva Reis e filho – Foto: Divulgação

Gaby – Quem mais da sua família trabalha na vinícola?

Sr. Pedro – Minha irmã mais velha trabalha na vinícola e meu filho mais velho também. Esperamos que a empresa passe de geração a geração.

Gaby – Como foi para o Sr. assumir tão jovem a Diretoria da Associação Empresarial de Portugal?

Sr. Pedro – Foi uma experiência muito interessante porque era uma associação muito privilegiada, naquela época já tinha 150 anos. Todos os seus diretores eram empresários Sêniores e o presidente achava que deveriam ter dois jovens na diretoria então pediu indicação a associação de jovens que havia sido formada por mim, e indicaram meu nome para a diretoria dos pesos pesados. Foi uma relação de Junior para Sênior e tive o privilégio de permanecer dois mandatos.

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Vinhos da real Companhia Velha – Foto: Gabriella Negromonte

Gaby – O que mudou na empresa da sua família desde que o Sr. assumiu a presidência?

Sr. Pedro – Mudou muita coisa. Por dois motivos. Porque sentimos a necessidade de evoluir. Complementamos o Vinho do Porto com uma linha do Vinho D’Oro. Hoje os vinhos D’Oro superam a produção do Vinho do Porto. Tentamos acompanhar as oscilações do mercado e desenvolvermos um programa de evolução e experimentação. E com muito sucesso inserimos nossos novos vinhos no mercado europeu. Tentamos acompanhar a evolução e essa oscilação entre a valorização do tradicional e a busca pelo novo. E a nossa empresa está pronta para acompanhar a flutuação do mercado, graças a uma equipe jovem que está sempre em busca da inovação. Buscamos também posicionar o Vinho do Porto no mercado de luxo ao lado do Champagne, o conhaque, entre outros para que os Vinhos do Porto velhos tenham seus devidos valores.

Gaby – Qual a posição do Vinho do Porto da Real Companhia Velha no mercado português e mundial no momento?

Sr. Pedro – É uma posição bastante confortável. Temos uma marca Premium e com a inserção do Vinho D’Oro conseguimos equilibrar as finanças e conseguimos valorizar o vinho do porto de acordo com sua tradição e história.

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Quinta dos Aciprestes – Foto: Gabriella Negromonte

Gaby – De todos os vinhos criados pela Real Companhia Velha, qual o Sr. tem mais orgulho de ter criado?

Sr. Pedro – Os Vinhos são um pouco como filhos. Difícil escolher entre um vinho. Contudo de todos os projetos, tenho forte ligação com o Quinta dos Aciprestes. Era uma propriedade que está há muito tempo na minha família e era uma marca que servia de matéria-prima. Ela foi individualizada como um projeto do vinho D’Oro e que teve um sucesso praticamente instantâneo. E por isso tenho um carinho especial.

Gaby – Quais os prêmios já alcançados pela vinícola?

Sr. Pedro – Há um leque grande de prêmios recebidos. Mas houve um prêmio em particular, que teve um sabor especial. O ano passado, A Wine Spectator, elegeu o nosso Vinho Porca de Murça, vinho da linha D’oro como top 100. Melhor vinho acessível do mundo!

Gaby – Hoje, onde estão presentes os vinhos da Real Companhia Velha?

Sr. Pedro – Temos presença muito forte na Europa e na América em geral. No total estamos presentes em cerca de 48 países. Estamos um pouco de todo lado.

Gaby – Qual a importância dos consumidores brasileiros para o seu vinho?

Sr. Pedro – Muito grande. O Brasil é um país absolutamente estratégico para nós e ainda temos uma relação histórica com o Brasil. A primeira importação para o Brasil foi em 5 de dezembro de 1756. A vinícola foi fundada em setembro deste ano e em dezembro já enviávamos a primeira embarcação para o Brasil. Desde então a empresa nunca parou de vender para o Brasil. Temos uma tradição e história com o Brasil que fazemos questão de manter.

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Vivianne Mendonça Pedro Silva Reis Flavio Pedretti – No Jantar Harmonizado no Bistrot du Vin Adega – Foto: Gabriella Negromonte

Gaby – Como começou sua parceria com o Bistrot du Vin Adega?

Sr. Pedro – Conheci a Vivianne numa feira em São Paulo. Nosso importador nos apresentou. Disse que Vivianne tinha um projeto interessante na Bahia e quando ele disse seu sobrenome “Mendonça” o questionei se ela tinha relação com a família Paes Mendonça. E uma vez que ele me disse que ela era neta de Seu Mamade eu pedi que fosse apresentado a ela imediatamente.

Gaby – O Sr. conheceu Seu Mamede?

Sr. Pedro – A primeira vez que vim a Bahia, 32 anos atrás, foi para visitar Seu Mamade. Foi uma das minhas primeiras viagens ao Brasil e seu Mamade (Proprietário do Grupo Paes Mendonça) era um de nossos grandes clientes. E foi um encontro muito engraçado porque fomos anunciados que éramos os representantes da Real companhia Velha e seu Mamade veio a sala, ao nosso encontro e perguntava ao seu assistente: Onde estão?

Seu assistente respondia – Estão ali! – apontando para nós
E Seu Mamede – Como assim? Esses dois meninos?

Ele achou a maior graça sermos jovens representantes de uma Companhia tão antiga e tradicional.

Ele passou a tarde toda conosco, nos levou para almoçar no seu restaurante Baby Beef, mostrou toda a empresa. Enfim dedicou um tempo absurdo a nós. Fez um pedido de 14 containers, um pedido enorme. E ficamos com uma gratidão enorme e por isso nossa vontade de conhecer Vivianne. E quando conheci Vivianne a convidei para conhecer nossas vinícolas em Portugal, pois tinha grande vontade de retribuir o carinho e atenção que seu Mamede dedicou a nós.

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Requinte da mesa do Jantar Harmonizado no Bistrot du Vin Adega – Foto: Gabriella Negromonte

Gaby – Qual a importância desse evento aqui em Salvador para a Real Companhia Velha?

Sr. Pedro – Muito interessante. O Brasil tem um consumo de vinho absolutamente extraordinário e esses eventos são bem praticados em São Paulo e Rio e quase inéditos no Nordeste. E esses eventos são muito importantes para a Real Companhia Velha. Então ter uma parceira como Vivianne Mendonça na Bahia é muito estratégico. O Bistot du Vin Adega é uma especialista, dá muito informação e divulga muito seus produtos. Esse jantar de harmonização é a melhor forma de divulgar e aprender sobre vinhos. Vocês aprendem sobre vinhos e nós aprendemos sobre o mercado. É um aprendizado mútuo.

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Sr. Pedro falando sobre seus vinhos no Jantar Harmonizado no Bistrot du Vin Adega – Foto: Gabriella Negromonte

Gaby – O evento teve o resultado que o Sr. Esperava?

Sr. Pedro – O evento foi uma surpresa. Fiquei muito surpreendido com a audiência e com o número expressivo de convidados. O vinho foi muito aceito pelas pessoas e ficamos muito felizes com o resultado do evento.

Gaby – O que o senhor mais gosta da Bahia?

Sr. Pedro – A maneira acolhedora como somos recebidos, a culinária. Me sinto em casa aqui.

Gaby – Grande honra tê-lo aqui conosco e esperamos ter mais eventos maravilhosos como o da noite passada!

Sr. Pedro – O prazer é sempre nosso. Esperamos retornar em breve!

Para ver o sucesso do Jantar Harmonizado promovido pelo Bistrot du Vin Adega e a Real Companhia Velha acesse o link: http://gnegromonte.com/o-maravilho-jantar-harmonizado-do-bistrot-du-vin-adega-em-parceria-com-a-real-companhia-velha/

E não deixe de reservar uma mesa para os próximos eventos enogastronômicos mais incríveis da cidade no Bistrot du Vin Adega!

Para adquirir os vinhos da Real Companhia Velha é só fazer uma visita ao empório do  Bistrot du Vin Adega!

O Bistrot fica na Rua Minas Gerais, 197 – Pituba.

O Empório do Bistrot funciona de segunda a sábado das 9:00 as 21:00 e aos domingos das 10:00 as 14:00. O restaurante funciona domingos e segunda-feira apenas para o almoço e de terça a sábado para almoço e jantar. Telefone para contato: 71 – 3362-1411/ 3231-1933

Site: http://www.bistrotduvinadega.com.br/

Instagram: @viviannemendonca

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O maravilhoso jantar harmonizado do Bistrot du Vin Adega em parceria com a Real Companhia Velha

Gastronomia
Outubro 31.2016

 

Vivianne Mendonça recepcionando seus clientes no Bistrot du Vin Adega – Foto: Gabriella Negromonte

 

O Bistrot du Vin Adega trouxe para Salvador no dia 27 de outubro, o presidente da Real Companhia Velha, Sr. Pedro Silva Reis, para mais um dos seus maravilhosos jantares harmonizados.

 Sr. Pedro Silva Reis e a mesa de vinhos da Real Companhia Velha
Sr. Pedro Silva Reis e a mesa de vinhos da Real Companhia Velha – Foto: Gabriella Negromonte

A Real Companhia Velha é uma das vinícolas mais antigas e importantes de Portugal! Olha o prestígio do Bistrot!

Os Vinhos da Real Companhia Velha
Os Vinhos da Real Companhia Velha – Foto: Gabriella Negromonte

O menu foi harmonizado pela proprietária, Vivianne Mendonça. Os clientes puderam degustar ao longo do jantar os deliciosos vinhos portugueses enquanto o Sr. Pedro Silva Reis dava uma aula sobre os mesmos e ainda falava um pouco da história da sua vinícula!

Ceviche Peruano
Ceviche Peruano – Foto: Gabriella Negromonte

Que grande honra foi ter uma aula sobre esses vinhos e ainda degustar as iguarias de um dos melhores restôs de Salvador!

Mesa principal
Mesa principal – Foto: Gabriella Negromonte

O restaurante teve todas as suas mesas ocupadas o que mostra o prestígio do Bistrot du Vin Adega, que é pioneiro nestes eventos na Bahia!

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Menu Completo do Jantar Harmonizado – Foto: Bistrot du Vin Adega

O evento foi um grande sucesso!

Um brinde ao sucesso do evento!
Um brinde ao sucesso do evento! – Foto: Gabriella Negromonte

O Style Guide, fez a cobertura em tempo real através do seu insta stories e abaixo mostra para vocês um pouco dessa incrível noite!

Não deixe de conferir a entrevista EXCLUSIVA do Sr. Pedro Silva Reis ao Style Guide!

E não deixe de reservar uma mesa para os próximos eventos enogastronômicos mais incríveis da cidade no Bistrot du Vin Adega!

E você que não participou do evento pode ainda adquirir esses deliciosos vinhos no Emporio do Bistrot du Vin Adega!

O Bistrot fica na Rua Minas Gerais, 197 – Pituba.

O Empório do Bistrot funciona de segunda a sábado das 9:00 as 21:00 e aos domingos das 10:00 as 14:00. O restaurante funciona domingos e segunda-feira apenas para o almoço e de terça a sábado para almoço e jantar. Telefone para contato: 71 – 3362-1411/ 3231-1933

Site: http://www.bistrotduvinadega.com.br/

Instagram: @viviannemendonca

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DRINK COFFEE, BABY!

GASTRONOMIA
Setembro 30.2016

 

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Crédito Foto: Pinterest

 

O gosto pelo café vem de longa data. Descoberta no século IX, a planta é originária das terras altas da Etiópia, possivelmente com cultivo inicial no Sudão e Quênia. Sua difusão no mundo ocorreu através do Egito e da Europa. Não sabemos ao certo, mas uma lenda conta que foi um pastor chamado Kaldi quem observou que as suas ovelhas ficavam mais espertas ao comer as folhas e frutos do cafeeiro. Assim, ele resolveu também experimentar os tais frutos e sentiu muita disposição. A partir daí, um monge da região, informado sobre o fato, começou a utilizar uma infusão com os frutos para resistir ao sono enquanto orava.

Com o passar do tempo, o que era apenas uma infusão foi se modificando. Os frutos passaram a ser torrados e transformados em grãos, que posteriormente moídos dariam origem ao pó, base principal do café. Apreciado no mundo inteiro, pode ser consumido puro, com leite ou misturado a outros ingredientes. As formas de servir variam de uma cultura para outra, o que acaba resultando numa extensa lista nomes: expresso, curto, longo, cappuccino, média, pingado…

Que são muitas variações a gente já sabe, mas qual a diferença entre elas? Pensando nisso, o Style Guide preparou um miniguia para você nunca mais errar no pedido desse néctar dos deuses, check it out!

 

 

cafeexpressoExpresso: é servido apenas com o mais puro café, sem qualquer mistura. A famosa espuma que se forma sobre a bebida é originária do próprio grão moído e é produzida no momento da extração.

 

 

expressoitalianoExpresso Italiano: considerando a quantidade de café (de 25 a 35 ml), ele se parece com o café curto e o expresso, mas o que diferencia o “tipo” italiano é o blend. De acordo com alguns especialistas, a cremosidade característica se deve à mistura de diferentes grãos, o que resulta em um café com corpo mais aveludado.

 

 

cafeexpressobrasileiroExpresso brasileiro: apresenta de 40 a 50 ml (xícara cheia). Ele é servido com uma quantidade maior de café. Enquanto nosso padrão é de 50 ml, em outros países ele vem com no máximo 30 ml para preservar os óleos essenciais.

 

 

cafecurtoCurto: ele é mais encorpado, seu nome se deve à maneira como é extraído. O contato com a água durante a extração é muito rápido, pois o intuito é preservar ao máximo seus óleos essenciais.

 

 

caferistrettoRistretto: é o expresso curtíssimo. Tendo apenas de 15 a 20 ml, é considerado o néctar do café e, por incrível que pareça, é extremamente doce se tirado da maneira correta.

 

 

cafelongoLongo: café com a adição de água quente. Indicado para quem gosta de tomar muito café e não se importa muito com a qualidade. Vale lembrar que o néctar do café está nos primeiros 30 ml.

 

 

cafecariocaCarioca: é filtrado (coado) muitas vezes e adoçado com açúcar ou adoçante. Devido a grande quantidade água adicionada e a intensa filtragem, é uma café muito fraco.

 

 

cafeamericanoAmericano: apresenta as mesmas características que o café carioca e longo, pois é diluído em uma dose extra de água quente, podendo apresentar 50ml ou mais. Recebeu este nome, pois o consumidor norte-americano gosta de tomar bastante café, mas com sabor menos acentuado.

 

 

cafezinhoCafezinho: é o café coado, com aquele cheirinho reconfortante que tanto amamos. Geralmente é servido doce, mas isso não é uma regra. Trata-se de um café bem concentrado. De acordo com especialistas, o nosso “cafezinho” é o mais concentrado do mundo.

 

 

mediaMocha: servido na xícara grande ou numa taça de vidro com alça, é o expresso com calda de chocolate e leite vaporizado. Há duas formas de servir: fazendo um mix dos três ingredientes ou apenas misturando o expresso e o chocolate para somente depois acrescentar a crema do leite por cima. Você poderá encontrá-lo também com o nome de Mocaccino, termo criado por uma rede internacional de cafeterias.

 

 

cappuccinoCappuccino: o autêntico cappuccino apresenta três partes iguais de expresso, leite vaporizado, e espuma de leite. É servido numa xícara grande, de 150 a 180 ml. A espuma deve ser densa e muito cremosa, com temperatura que permita ser tomado em goles. No Brasil, há o hábito de acrescentar canela ou chocolate.

 

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Cappuccino Italiano: compreende 1/3 de expresso, 1/3 de leite vaporizado e 1/3 de espuma de leite, também servido em uma quantidade maior.

 

 

pingadoPingado: como o próprio nome sugere, é uma pequena quantidade de café adicionado a um copo bem cheio de leite quente. Bebida bastante popular em botecos e padarias do Brasil. É tradicionalmente servido no copo americano.

 

 

mediaMédia: imortalizado por Noel Rosa na letra de “Conversa de Botequim”, é disparado o mais pedido nas padarias brasileiras. No exterior é conhecida como latte ou coffee latte. Trata-se de um café expresso com leite vaporizado e uma fina camada de espuma. Sua textura é um pouco menos cremosa que o cappuccino. No Rio Grande do Sul é chamado de Cortado.

 

 

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Café com Leite: Trata-se do café filtrado (coado) com leite aquecido ou fervido.

 

 

 

macchiatoMacchiato: para esse café o expresso é “manchado” com o leite vaporizado. No Brasil, é conhecido também como “café com espuminha”. Muitas pessoas optam por ele, pois o leite quebra um pouco o sabor intenso do expresso. Contudo, o leite não deve ser maior do que a quantidade de café.

 

cafecompannaCafé com Panna: muito comum na Itália, este café conta com a panna (creme de leite fresco batido ou feito na coqueteleira). Respeitando a segurança alimentar determinada, alguns estados brasileiros não permitem a comercialização de leite fresco (apenas pasteurizado). Dessa forma, a maior parte das cafeterias substitui a panna por chantilly.

 

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Café com Chantilly: muito comum em todo o Brasil, compreende uma dose de expresso coberto com chantilly.

 

 

 

cafebreveBreve: muito popular nos Estados Unidos, é uma dose de expresso com creme half–and–half (metade leite, metade creme). Infelizmente, pelo que pesquisamos este café não é vendido no Brasil, pois este é um tipo de creme especial não comercializado por aqui.

 

 

*Para não esquecer: o leite servido com expresso por regra é sempre integral, então é importante atentar para isso se você é intolerante à lactose ou está em uma dieta específica. Existem dois tipos de crema; a do expresso e a do leite. Crema nada mais é do que aquela espuminha que se forma ao tirar o expresso (douradinha) ou vaporizar o leite (branquinha).

 

 

 

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Crédito Fotos: Pinterest/Mexido de ideias

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