Sobre relacionamentos modernos…

SCRAPBOOK
Março 20.2017

 

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Tá tudo muito confuso ou sou eu que estou achando isso?! Na minha época funcionava assim: o cara pedia a gente em namoro, rolava o primeiro beijo e começava-se o relacionamento (monogâmico, só pra constar!).

Casei, separei e de repente olha eu de novo solteira. E me deparei com uma geração muito, mas muito diferente da minha.

Tô tendo que lidar com uma geração de inamoráveis e desapegados. Opa, as relações agora são abertas. Oi?! Como é isso?! Você tem aquele “ficante fixo” (que você fica mais vezes que os outros), mas está livre pra ficar com quem quiser.

Vamos combinar que isso funciona super bem para os homens, mas essa modernidade limita-se aos homens! Esse estilo de relação quando é conduzida por uma mulher, leva outro nome. Precisa dizer?! Acho que não. – Modernidade limitada para a ala feminina.

Uma coisa não mudou do meu tempo: o machismo! Sim bebês! O homem pode ter milhões de relações abertas, manter paqueras na geladeira que está tudo certo! É aceitável pela sociedade. Mas quando se trata das mulheres, Jesus! Cadê os diretos iguais?!

Vejam bem, não que eu ache legal esse tipo de relação, pelo contrário, sou a favor da relação monogâmica. Fui criada assim e prefiro que meus relacionamentos sejam assim. Mas já fui adolescente e quis curtir. Eu tive meu período free spirit na adolescência. Não queria me apegar a ninguém, porque queria mesmo era viajar e explorar o mundo! Mas eu dava a real aos caras e desestimulava qualquer possibilidade de relacionamento. Melhor falar a verdade do que enrolar os pobres coitados. Mas acreditem eles não estavam muito preparados para tanta sinceridade e ficavam meio perdidos.

Poxa, parece mesmo que as pessoas gostam de iludir e ser iludidas. Isso sempre fez parte do jogo e continua sendo parte do jogo moderno. Mas posso falar, não gosto de jogos! E acho que seria muito legal se as pessoas fossem mais sinceras!

As vezes eu acho que o jogo é uma forma de se auto-proteger. Parece que tá todo mundo morrendo de medo de se apaixonar. Que medo é esse minha gente?!

É eu sei que doí ser machucado, ah e como sei! Mas cara, estar apaixonado e ser correspondido deveria superar o nosso medo de sofrer porque é uma das melhores sensações da vida!

O problema meus amores é que as possibilidades hoje em dia são tantas que as pessoas se vêem perdidas na multidão. Não sabem se levam a sério aquele namoro ou continuam na farra com os amigos.

Eu acho que isso é aceitável durante um período de sua vida, mas você vai ficando velho e as possibilidades vão diminuindo. Tem gente que acha que não e está preparado para viver na esbórnia a vida toda. O que mais vejo hoje em dia é #ForeverAlone. Será mesmo que você quer ficar sozinho pra sempre?!

O que minha experiência me mostra… A farra um dia acaba, a velhice um dia chega. E chega para todos! E você precisa saber o que de fato busca! Vejo minhas amigas programando seus relacionamentos como programam suas vidas profissionais no evernote.

Mulher gosta de criar expectativas, adora sonhar – eu sou uma exceção! Acho que sofri influência dos meus amigos homens nesse aspecto, porque sempre andei rodeada deles a minha vida toda. Resumindo sou prática! Não vivo de ilusões, não gosto de embromation e sou bem direta com quem me relaciono. Acho que tenho o melhor dos dois sexos! A praticidade dos homens e a verdade das mulheres!

Se bem que as mulheres de hoje estão danadas. Fico de cara com a atitude de algumas! Quer saber?! Tava na hora das mulheres fazerem o que tem vontade de fazer. Direitos iguais não é isso?! Parem de julgar as mulheres livres e espontâneas, homens!

Só vamos combinar que não podemos confundir liberdade com libertinagem e isso vale para os dois sexos!

Sinceridade e amor não saem de moda. Cafona é brincar com o sentimento alheio! #ficaadica

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Gaby Negromonte

Autor: Gaby Negromonte

Mãe, Estilista, Stylist, Consultora Criativa, Consultora de Moda, Consultora de Imagem, Técnica em Ciência Têxtil, Empresária, Turismóloga, Globe Trotter, Poliglota e Curiosa…

6 pensamentos em “Sobre relacionamentos modernos…”

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